Quando falamos em economia, ainda mais em momento como este que o munda esta passando, é mais que necessário que empresários e marcas, tentem reduzir custos e melhorar resultados, com isso entra um item muito importante para aqueles que continuam utilizando ou que vão iniciar a utilizar a mídia programática para atrair novos clientes, assim como para melhorar a presença de marca na internet.

 

Pensando em economia no detalhe, é super importante compreender a mudança que o Google iniciou em outubro de 2019. O conceito era melhorar a rentabilidade dos publishers e ajustar o modelo de compra de mídia, baseando o “bid” (leilão de compra de mídia, dada durante o RTB). Para compreender a mudança, precisa entender como era feito, um exemplo, quando você configurava uma campanha com um ‘bid’ de R$ 5,00, quando sua campanha participava do leilão e ganhava, mesmo oferecendo R$ 5,00, ganhando você pagaria R$ 0,01 a mais que o maior lance dado durante o RTB, então ficaria, depois de declarado que sua marca ganhou, se o maior lance dado era de R$ 3,45, sua marca anunciante pagaria R$ 3,46 pelo CPM (custo por mil impressões) ou seja, sempre existia uma sobra de investimento, que depois falaremos mais sobre esta sobre de investimento.

 

Então pensando que o anunciante já sabe o valor do CPM que esta sendo calculado, e o Publisher não receber este valor na integra, o conceito garantir que o valor seria 100% considerado na compra de mídia. Segundo estudos deste valor entre 55% e 21% vai para o Publisher, depende do tamanho, qualidade e modelo de negocio, porém do valor do bid, o restante é utilizado para remunerar o ecossistema de tecnologia envolvida neste processo, novamente, dependendo da empresa que esta utilizando ou como esta contratando sua compra de mídia programática.

 

Então o Google decidiu mudar tudo para “first price auction” é garantir que os R$ 5,00 do lance, esta indo para a compra de mídia, com isso o ecossistema se remunera melhor, acabando com um diferencial competitivo que a programática gerava para os anunciantes, além de diversos outros, mas este é um que mudava muita coisa no jogo. Porém em um primeiro momento, muitos publishers se viram perdendo receita, pois eles não utilizavam conta Google, a sobre do investimento R$ 5,00, servia para uma maior cobertura, que não estava acontecendo, então alguns decidiram não entrar no modelo de negocio e optaram por seguir o “second price auction” que seguia um modelo muito semelhando ao que era antigamente, com isso voltaram a receber publicidade e investimento.

 

Então quando se utiliza de uma tecnologia Google, os anunciantes estão indo no caminho do “first price auction”, como anunciante é importante buscar um parceiro que trabalhe nas duas modalidades, que tenha o “first price audtion”, assim como o “second price auction”, com isso vai ter um resultado sempre melhor e não configurar somente CPM mais alto. Nossa tecnologia hoje, conseguimos fazer este diferencial, separar os tipo de compra do leilão, com isso uma entrega sempre maior que o contratado acontece e o CPM médio, sempre mais baixo.

 

Sobre a transparência no processo, conforme comentei, depende muito do seu parceiro e transparência, que vai apresentar que o saldo, no caso do “second price auction” foi entregue um volume maior, ou vai entregar o volume estimado na contratação e vai utilizar a verba, então é sempre interessante utilizar um parceiro de auditoria como um adserver ou um ad validation, como as empresas do grupo Ad3Plus utilizam.